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Sonic CD


Se eu te perguntar sobre um ouriço / porco-espinho azul, o que você me responde? Se a sua resposta é Sonic (e falou isso com lágrimas nos olhos – momento nostalgia), então acredito que você já conhece o Sonic CD, não é mesmo?


Lançado para os acessórios Mega CD e Sega CD (para Mega Drive e Genesis, respectivamente, concorrentes do Super Nintendo que, infelizmente, foram lançados com um timing inadequado), por ser projetado para armazenamento em CD-Roms contava com uma capacidade de armazenamento de dados muito maior, o que conferia a possibilidade de uso de melhores recursos sonoros e visuais, bem como o uso de vídeos em jogos (tudo isso mais ou menos na metade para o final da “era SNES”, então imagine só como a galera não se amarrava nisso!).


Pois bem, já chega desse momento nostalgia, não é? Falei disso tudo para fazer um review do relançamento do jogo, agora para as plataformas iPhone/iPad, XBox360 e PS3.


O relançamento do jogo contou com o trabalho de Christian Whitehead, responsável pelo desenvolvimento, em 2009, da Retro Engine, um tipo de emulador para iPhone. O sucesso do emulador foi tão estrondoso que até a Sega percebeu ali uma oportunidade – afinal de contas, aquele rapaz conseguiu produzir um sistema de emulação que respondia aos comandos muito melhor até mesmo do que seus novos relançamentos para aquelas mesmas plataformas!


Enfim, já entendeu, não é? Graças ao trabalho de Whitehead na Sega tivemos uma versão wide com bons comandos e gráficos melhor definidos (mas ainda “pixelizados”, já que o objetivo era manter um “ar retrô”). E se o jogo faz bonito nos novos dispositivos móveis, ele também não faz feio no XBox360 nem no PS3!


Além de contar com uma taxa de FPS alta (60 quadros por segundo) que garante uma animação muito mais fluida, o jogo conta com toda a trilha sonora de ambas as versões originais (a japonesa e a norte-americana), o que agrada ainda mais os fãs do jogo original.


E é bem provável que a Retro Engine (agora em uma versão ainda mais aperfeiçoada) de Whitehead sirva de base para o relançamento de muitos outros títulos da Sega – é só sentar, jogar (os já disponíveis) e aguardar.

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The Darkness 2


Sim, eu sei que você gosta de jogos FPS. E provavelmente também curte histórias em quadrinhos, não? Então o que você acha de “casarmos” FPS e HQs, jogarmos uma “pitada demoníaca” e ver o que dá? Droga, chegamos atrasados, pois já fizeram isso: e se chama The Darkness 2!


The Darkness 2 é a continuação para um dos primeiros jogos FPS lançados para PS3. Nele, você comanda o personagem Jacke Estacado, que foge um pouco o “padrão de herói” dos jogos mais antigos, seguindo a “linha de GTA“. Jackie é um mafioso que está enfrentando alguns problemas, como o declínio de sua organização e ainda problemas com seus irmãos (problemas esses que podem se tornar bem grandes!). E como se isso tudo não bastasse, ele ainda precisa lidar com seus demônios interiores – e quando falamos aqui de demônios, não estamos falando de forma figurada – só para ter noção, uma das armas que você terá no jogo são dois tentáculos demoníacos, que você pode usar para atacar inimigos, quebrar portas e segurar ou lançar objetos!


Gostou da ideia, não foi? Sei, já estou até vendo seu sorrisinho aí, pensando em como poderá atacar seus amigos no modo multiplayer, mas aí há um pequeno porém: há missões e campanhas, sim, multiplayer, onde você e seus amigos terão que cooperar a fim de eliminar um alvo ou proteger uma pessoa, mas não há um modo deathmatch. Mas não fique triste não, que mesmo assim a diversão está garantida.


A inteligência artificial dos inimigos está muito melhor em relação aos apresentados na primeira versão e agora irão, inclusive, atacar seus pontos fracos – bem, como todo ser semi-demoníaco, você possui a exposição à luz solar ou outras luzes fortes como um de seus pontos fracos, preferindo refugiar-se nas sombras.


Quanto à narrativa, pode-se dizer que por trabalhar com um enredo bem atraente e diferente dos FPS mais convencionais, este jogo acaba por fugir um pouco do simples ciclo “mata-mata”, pois aqui você vai querer acompanhar as cenas e diálogos a fim de saber mais sobre o que está acontecendo – principalmente se você é fã das HQs.


No mais, este é realmente um grande jogo que merece ser jogado, com certeza! Ah, e para ajudá-lo a ter uma melhor noção do que estamos dizendo, aqui vai um vídeo:

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