Go Repo


Go Repo é um jogo de ação onde você trabalha para a Repo Company, uma companhia que recolhe bens de pessoas que possuem dívidas com outras companhias. Qual o seu trabalho? Entrar na casa ou empresa dessas pessoas, recolher seus bens e colocá-los em uma van.

Parece simples, mas não é, afinal de contas, os proprietários não gostam nada nada disso! Além disso, os bens mais caros geralmente estão guardados atrás de portas trancadas a chaves e você precisará procurar por elas a fim de abri-las e conseguir pegá-las.

Mas não se preocupe que você não estará sozinho nisso, na verdade, você possui uma equipe de três agentes, cada um deles com suas habilidades próprias. Fred é o que pula mais alto, podendo assim alcançar áreas inalcançáveis para os outros, Stompy pode livrar-se de “pessoas indesejadas” mais facilmente e o MeatHead é o mais forte, podendo carregar itens como máquinas de lavar e carros!

Os controles são bem simples: WASD são as teclas que movem os personagens e N para segurar ou lançar os itens. Uma vez com um item em mãos, pode lançá-lo de qualquer distância para a van – claro, é necessário que esteja de frente para a mesma e que ninguém esteja no caminho, senão essa pessoa vai ter uma baita dor de cabeça!

Joguei algumas fases e o jogo é bem divertido, mas também o nível de dificuldade do mesmo sobe muito rápido, então é bom saber fazer tudo bem rápido e trocar o personagem selecionado tão rápido quanto precisar.

Enfim, Go Repo é uma ótima ideia de jogo para divertir-se numa tarde sozinho ou com seus filhos (joguei com o meu filho de 5 anos e tive que explicar a ele que eu não estava roubando a mobília e sim recolhendo pois aquelas pessoas estavam devendo muito! 🙂 ).

Abaixo, algumas imagens do jogo Go Repo:

go-repo-abertura go-repo-jogo

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Dr. JimJack

Dr. JimJack trata-se de um jogo de puzzle do tipo match-3, similar a outros como o clássico Bejeweled e a nova febre das redes sociais, o Candy Crush.

Aqui, você interpreta um médico (o Dr. JimJack) que precisa enfrentar seu inimigo, o Joker, que está trazendo inúmeros germes para contaminar todas as pessoas! Você derrota-o jogando partidas do tipo match-3, onde cada grupo de peças iguais que você forma levam a nascer alguns novos soldados (antígenos) para enfrentar os germes.

Além disso, você possui alguns poderes que podem ser usados esporadicamente, como a capacidade de paralisar temporariamente todos os germes. Enfim, o seu objetivo a cada batalha é destruir o portal por onde entram os germes. E o jogo ficou realmente ótimo, pois há uma linha de narrativa por trás de tudo, com diálogos a cada nível entre os personagens. A variedade de antígenos que você pode criar segundo as combinações de peças é bastante interessante, sem falar que certas magias/técnicas podem ajudar a criar novas combinações. Esse vale a pena ser jogado!

Ah, uma última informação: é praticamente impossível passar da sexta fase. Não, o jogo não é muito difícil não… É que nessa fase você precisa eliminar 50 células brancas, mas há um bug no mesmo que se manifesta quando você realiza certos combos e, com isso, você simplesmente não consegue mais trocar as peças / células de lugar! Como vou conseguir as 50 células brancas se em cinco vezes que joguei aquela fase, nas cinco desisti porque o bug se manifestou e eu não podia fazer nada mais??? Enfim, um jogo ótimo, mas com um bug em uma das fases iniciais que simplesmente acaba com a graça do mesmo…

UPDATE: Deu muito trabalho, mas consegui passar. Tive que jogar bem devagar (nada de fazer um “match-3” e usar uma magia logo em seguida) e com muita paciência, mas sim, dá para escapar do bug!

UPDATE 2: Desisti de continuar jogando ele, como disse, ele é bem viciante, mas aquele bug realmente “quebra” todo o prazer que há em jogá-lo! 🙁

Tentei subir o jogo para o meu site de jogos em Flash mas falhou várias vezes, pois o arquivo é um tanto grande (35 MB), vou tentar outra vez e, quando conseguir, atualizarei aqui com o link para o jogo!

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Aquarocket

Aquarocket é um jogo de action-puzzle onde você controla um submarino por diversas fases e seu objetivo é coletar todas as estrelas em cada uma delas e retornar até o ponto de partida.

Para isso, você precisa ficar atento a dois parâmetros: sua barra de combustível, que vai diminuindo conforme você usa a aceleração do submarino e se acabar você não terá mais como retornar ao ponto de partida; e a barra de life, que vai diminuindo conforme você colide o submarino com as paredes labirínticas de cada fase e se acabar o submarino explode e você precisa repetir toda aquela fase.

Os tradicionais comandos para pausar ou reiniciar um nível estão presentes, mas não há uma tela mostrando seu progresso dentre todos os níveis bem como uma linha de narrativa (story plot) explicando o que você está fazendo ali, porque está coletando estrelas etc.

Enfim, um bom puzzle para passar seu tempo – é bem divertido! – mas com certeza não entrará na lista dos jogos que serão jogados de novo e de novo e de novo por mim!

Abaixo, algumas telas do jogo Aquarocket bem como o link para acessar o mesmo e jogar:

aquarocket-1 aquarocket-2

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Tiny Explorers

Tiny Explorers é um action puzzle com um objetivo bem simples: o jogador precisa levar os pequenos robôs exploradores até o ponto de destino na tela. Cada cenário, então, possui seu próprio layout e obstáculos, o que garante a diversão, já que o jogador se põe no papel de um “estrategista”, decidindo em que locais do mapa colocar setas para indicar a direção correta para os robôs.

Nesse jogo, dois são os recursos limitantes: os robôs (armadilhas e inimigos podem destruir seus robôs) e o tempo (você possui um intervalo de tempo no qual precisa levar um determinado número de robôs até o ponto de destino). Assim, você precisará jogar bem rápido para não deixar que seus robôs explodam nas tais armadilhas ou nos inimigos (já na fase 5, você precisará por um grupo de tartarugas de metal – ali a “coisa já começa a pegar”!).

A ideia do jogo é bem simples, porém pode ser bem viciante, se você gosta de puzzles que fogem do padrão (isto é, jogos de Tetris, Match-3 etc.). Além disso, o jogo conta com elementos presentes na maior parte dos action puzzles produzidos atualmente, como: contador de estrelas para cada fase, a fim de determinar quão bom foi o seu progresso; possibilidade de jogar várias vezes o mesmo nível, não havendo um game over; sistema de submissão de score e ranking, assim você pode ver se se saiu melhor que outros jogadores. 🙂

Não, esse jogo não é tão viciante quanto Candy Crush, mas com certeza lhe oferecerá algum tempo de boa diversão! Abaixo, duas telas do jogo:

tiny-explorers-abertura tiny-explorers-jogo

 

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Sonic CD


Se eu te perguntar sobre um ouriço / porco-espinho azul, o que você me responde? Se a sua resposta é Sonic (e falou isso com lágrimas nos olhos – momento nostalgia), então acredito que você já conhece o Sonic CD, não é mesmo?


Lançado para os acessórios Mega CD e Sega CD (para Mega Drive e Genesis, respectivamente, concorrentes do Super Nintendo que, infelizmente, foram lançados com um timing inadequado), por ser projetado para armazenamento em CD-Roms contava com uma capacidade de armazenamento de dados muito maior, o que conferia a possibilidade de uso de melhores recursos sonoros e visuais, bem como o uso de vídeos em jogos (tudo isso mais ou menos na metade para o final da “era SNES”, então imagine só como a galera não se amarrava nisso!).


Pois bem, já chega desse momento nostalgia, não é? Falei disso tudo para fazer um review do relançamento do jogo, agora para as plataformas iPhone/iPad, XBox360 e PS3.


O relançamento do jogo contou com o trabalho de Christian Whitehead, responsável pelo desenvolvimento, em 2009, da Retro Engine, um tipo de emulador para iPhone. O sucesso do emulador foi tão estrondoso que até a Sega percebeu ali uma oportunidade – afinal de contas, aquele rapaz conseguiu produzir um sistema de emulação que respondia aos comandos muito melhor até mesmo do que seus novos relançamentos para aquelas mesmas plataformas!


Enfim, já entendeu, não é? Graças ao trabalho de Whitehead na Sega tivemos uma versão wide com bons comandos e gráficos melhor definidos (mas ainda “pixelizados”, já que o objetivo era manter um “ar retrô”). E se o jogo faz bonito nos novos dispositivos móveis, ele também não faz feio no XBox360 nem no PS3!


Além de contar com uma taxa de FPS alta (60 quadros por segundo) que garante uma animação muito mais fluida, o jogo conta com toda a trilha sonora de ambas as versões originais (a japonesa e a norte-americana), o que agrada ainda mais os fãs do jogo original.


E é bem provável que a Retro Engine (agora em uma versão ainda mais aperfeiçoada) de Whitehead sirva de base para o relançamento de muitos outros títulos da Sega – é só sentar, jogar (os já disponíveis) e aguardar.

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Tekken Hybrid

Tekken Hybrid, produção em versão HD contando com um dos jogos mais famosos da série Tekken, o Tekken Tag Tournament, na verdade é uma “coletânea especial para fãs”, pois além de trazer o clássico Tekken Tag Tournament com gráficos em maior definição, traz também um demo de Tekken Tag Tournament 2 e o filme Tekken Blood Vengeance em blu-ray – um filme que, se você não assistiu, então você não é realmente tão fã da série. 🙂


Enfim, se você possui um PS3 e não tem Tekken Tag Tournament, então adquirir Tekkey Hybrid é uma excelente opção, pois traz o jogo exatamente como ele é, sem alterar a sua jogabilidade, porém melhorando bastante os gráficos. Em contrapartida, a empresa manteve-se fiel à parte sonora do jogo e, se você é um daqueles jogadores hardcore que possuem um baita home theater em casa, provavelmente vai perceber que o jogo não aproveita o seu sistema ao máximo. 🙁


Bem, mas eu mesmo, quando vou para um bom jogo de luta, não estou esperando ouvir perfeitamente uma sinfonia de Bethoveen, o que eu quero mesmo é poder executar sequências de golpes e combos alucinantes (like a boss!) e o jogo oferece isso, só que com a mesma jogabilidade e tempo de resposta esperada no TTT original, então se você está esperando uma resposta muito mais rápida como ocorre nos jogos de luta mais recentes de franquias como Street Fighter, talvez você se decepcione um pouco, mas se você era um expert em TTT, então você vai poder dar aquela surra exatamente igual em seus amigos (mas agora em HD 🙂 ).


Vale lembrar que Tekken Tag Tournament apresenta diversos personagens destraváveis no percorrer do jogo bem como o modo de jogo Tekken Bawl, um minigame onde os jogadores jogam boliche (?) e tudo isso está lá, em Tekken Hybrid.


Enfim, esta é uma “edição especial” para fãs. Se você não tinha Tekken Tag Tournament ou não está pensando em comprar Tekken Tag Tournament 2, adquiri-lo é uma boa opção!

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The Darkness 2

Sim, eu sei que você gosta de jogos FPS. E provavelmente também curte histórias em quadrinhos, não? Então o que você acha de “casarmos” FPS e HQs, jogarmos uma “pitada demoníaca” e ver o que dá? Droga, chegamos atrasados, pois já fizeram isso: e se chama The Darkness 2!


The Darkness 2 é a continuação para um dos primeiros jogos FPS lançados para PS3. Nele, você comanda o personagem Jacke Estacado, que foge um pouco o “padrão de herói” dos jogos mais antigos, seguindo a “linha de GTA“. Jackie é um mafioso que está enfrentando alguns problemas, como o declínio de sua organização e ainda problemas com seus irmãos (problemas esses que podem se tornar bem grandes!). E como se isso tudo não bastasse, ele ainda precisa lidar com seus demônios interiores – e quando falamos aqui de demônios, não estamos falando de forma figurada – só para ter noção, uma das armas que você terá no jogo são dois tentáculos demoníacos, que você pode usar para atacar inimigos, quebrar portas e segurar ou lançar objetos!


Gostou da ideia, não foi? Sei, já estou até vendo seu sorrisinho aí, pensando em como poderá atacar seus amigos no modo multiplayer, mas aí há um pequeno porém: há missões e campanhas, sim, multiplayer, onde você e seus amigos terão que cooperar a fim de eliminar um alvo ou proteger uma pessoa, mas não há um modo deathmatch. Mas não fique triste não, que mesmo assim a diversão está garantida.


A inteligência artificial dos inimigos está muito melhor em relação aos apresentados na primeira versão e agora irão, inclusive, atacar seus pontos fracos – bem, como todo ser semi-demoníaco, você possui a exposição à luz solar ou outras luzes fortes como um de seus pontos fracos, preferindo refugiar-se nas sombras.


Quanto à narrativa, pode-se dizer que por trabalhar com um enredo bem atraente e diferente dos FPS mais convencionais, este jogo acaba por fugir um pouco do simples ciclo “mata-mata”, pois aqui você vai querer acompanhar as cenas e diálogos a fim de saber mais sobre o que está acontecendo – principalmente se você é fã das HQs.


No mais, este é realmente um grande jogo que merece ser jogado, com certeza! Ah, e para ajudá-lo a ter uma melhor noção do que estamos dizendo, aqui vai um vídeo:

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Save My Garden

Se você está procurando um bom tower defense game para ter alguns bons momentos de diversão neste fim de semana, aproveite para conhecer Save My Garden. Save My Garden é um jogo de estratégia no estilo tower defense onde você deve utilizar-se de “torres plantas” para defender uma horta de tomates contra o ataque de insetos dos mais diversos tipos.

A lógica do jogo é bem simples e segue alguns princípios cultivados por muitos dos “jogos de torre”: você começa com alguns poucos tipos de torres e alguns inimigos mais fracos para enfrentar e, a cada fase concluída, novas torres podem estar disponíveis e você precisará enfrentar inimigos mais fortes ou de tipos diferentes (podem ser “de solo” ou “de ar”) ou mesmo mais hordas de inimigos.

Algo interessante é que antes de começar cada fase, você verá uma tela mostrando quais serão os tipos de inimigos a enfrentar e tipos de torres disponíveis, assim você poderá preparar-se melhor para o que virá para frente: no início você pode achar que isso é somente ilustrativo, mas a partir da sexta ou sétima fase você precisará dessas informações para atuar melhor!

O único recurso disponível nesse jogo, de forma similar a quase todos os “tower defenses” é o dinheiro: elimine os inimigos para ganhar mais dinheiro e, com esse dinheiro, compre novas torres ou melhore as já existentes. A possibilidade de dar “upgrade” em torres é sempre uma boa ideia, pois aumenta o número de possibilidades para o jogador, tornando o jogo ainda mais estratégico, mas é melhor nem se empolgar muito, pois cada torre somente pode ser melhorada duas vezes. E só!

Outra coisa a se considerar a respeito dos upgrades é que os mesmos não aumentam o raio de alcance dos ataques, mas aumentam a frequência de ataques. É uma pena, pois jogos que permitem “escolha de evolução”, onde cada tipo de upgrade prioriza aperfeiçoamentos em um dado atributo”, são ainda mais desafiadores, mesmo assim esse jogo não deixa muito a desejar, pois a ação é “em tempo real”, então você está o tempo (quase) todo ocupado, protegendo o jardim (que na verdade é uma horta).

Agora, vamos falar das torres: “Red Bell” atira em um inimigo por vez, alcance médio; “Agrimony” atira em um inimigo por vez e pode congelá-lo, reduzindo sua velocidade; “Evil Tree Stump” ataca todos os inimigos de solo dentro de seu alcance de uma vez só, por meio de suas raízes; “Sundew” ataca inimigos de solo por meio de uma “meleca” que causa dano com efeito de área; “Poppy”, uma torre amarela e grande, cujos ataques afetam somente inimigos de ar; “Toadstool”, uma torre cogumelo que atira em um alvo só, mas em qualquer tipo de alvo; e “The Nutgun”, uma torre (que parece um tronco oco) que atira em um alvo só de qualquer tipo, porém com grande poder de dano. Essas são as opções de torres disponíveis ao longo do jogo – cada qual, claro, com suas características específicas.

Agora, vamos falar sobre os inimigos. Há vários tipos de inimigos, começando por alguns pequenos, como besouros e joaninhas, passando por abelhas e até lagartas. As formigas inimigas são, aparentemente, imunes aos efeitos de congelamento das torres azuis. Na verdade, elas podem ser congeladas, eu acho: joguei do início ao fim o mesmo e só vi uma única formiga ser congelada, e o resto nada! Já as minhocas são “do mal”: quando uma morre, nascem duas menores, e quando estas morrem, novamente nascem duas menores. Elas são lentas, mas são muito chatas por essa “multiplicação”.

Uma estratégia interessante é adicionar torres “Evil Tree Stumps” e torres “Agrimony” em todas as posições possíveis, depois efetuar upgrade nas torres (primeiro em uma “evil”, depois em uma “Agrimony”), assim é possível combater inimigos de solo e de ar mais facilmente. Agora, quando puder ter “poppy towers”, é interessante ter pelo menos uma para deter ataques aéreos, geralmente posicionadas na retaguarda, com as torres que congelam bem à frente, assim as “Poppy” abaterão os inimigos que escaparem do congelamento. E por falar em congelar, as torres “Agrimony” possuem vantagem sobre os inimigos de ar: os inimigos, após congelados, quando descongelam, morrem, porém você não ganha dinheiro por aqueles mortos dessa forma.

Bem, agora, após jogar o jogo por inteiro, é claro que identifiquei também alguns pontos fracos: Você não pode construir quantas torres quiser – há um local específico para colocar cada nova torre. O jogo na velocidade normal é um tanto quanto lento, mas você pode escolher três opções de velocidade, tornando-o assim mais rápido. O dinheiro que você economiza em uma fase não é utilizado na seguinte. Não há informações estatísticas/numéricas para comparar as vantagens de uma torre em relação à outra. As torres não estão tão bem balanceadas: torres “mais fracas” no level máximo são mais fortes que torres “mais fortes” também no level máximo! Apesar de serem desfavoráveis ao jogo, de forma alguma eliminam o fator diversão presente no mesmo!

Agora, aqui vão as “lições” que eu aprendi jogando Save My Garden:

  • 1. Minhocas podem acabar com seu jardim;
  • 2. Formigas não sentem frio;
  • 3. Abelhas são muito chatas;
  • 4. (Quase) tudo na vida é finito, até mesmo o número de fases desse jogo. Continue jogando e você chegará lá!

Resumo da ópera: é um jogo bem divertido e agradável de se jogar, ideal para qualquer idade e para ser jogado em qualquer horário do dia – e pode proporcionar horas e horas de diversão!

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The Simpsons Arcade para smartphones

Certos jogos merecem remake, isso é fato. Na verdade, eu diria que certos consoles merecem um remake – quem não gostaria de uma nova versão do Super Nintendo com os 50 melhores jogos para jogar em sua TV quando quiser? Temos emuladores, mas com certeza está longe de ser a mesma coisa!


Bem, como ia dizendo… Ah, lembrei, certos jogos merecem remake e um jogo que recebeu um remake bem merecido em 2012 foi o jogo The Simpsons Arcade, um jogo inicialmente lançado para os fliperamas dos anos 90 e que, agora, pode ser jogado também em smartphones rodando o sistema operacional iOS.


Como a maioria dos remakes, ele traz tanto os acertos quanto os erros do jogo original. Então se você está esperando super gráficos 3D com rotação de câmera e tudo mais, pode esquecer, O jogo apresenta a mesma visão 2D com scrolling que vimos no jogo original e traz o clássimo estilo beat’em up, isto é, bata em tudo o que você puder!


Para a tristeza de muitos, o único personagem jogável é o Homer, mas não se preocupe que, em certos momentos do jogo, sua família virá dar-lhe uma mãozinha. E quanto ao sistema de combate… Bem, você jogou Final Fight ou outro dos famosos jogos de “briga de rua” dos anos 90? Se sim, então você já possui um curso preparatório completo para enfrentar esse jogo!


Se você é fã da série ou do gênero e possui um smartphone, então esse jogo é com certeza uma ótima escolha e lhe permitirá arranjar algumas confusões em Springfield. O jogo também se encontra disponível na Playstation Network e XBox Live Arcade. Ah, e abaixo, segue um vídeo de The Simpsons Arcade para sua diversão:

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Conseguindo video games baratos

Se você está buscando comprar jogos novos mas não dá porque a grana anda meio curta, sem problemas, o Giga Mundo Jogos vai dar algumas dicas para você ir conseguindo video games baratos para jogar e assim se divertir muito mais, afinal de contas a coisa maravilhosa sobre o mundo dos jogos é que há sempre algo diferente para cada gosto. Há diferentes formas de jogos que podem ser interessantes para você, tais como jogos de consoles, dispositivos móveis ou jogos para PC. E se você precisa de alguma ajuda para decidir qual a melhor e mais barata opção para você, então este artigo pode ajudá-lo.

O primeiro ponto, claro, é prestar atenção em quanto dinheiro você está gastando em jogos. Muitos jogos recém-lançados não são baratos e frequentemente há opções de comprar mais add-ons para o jogo – o que pode acabar com todo o seu dinheiro. Sendo assim, antes de mais nada, comece por estabelecer limites mensais e anuais que você está disposto a gastar em video games – e leve isso em consideração quando for às compras, claro. Também, é bom conversar com seus amigos para conhecer opções de lojas para compra ou aluguel de jogos, tal que possa sempre escolher opções mais econômicas.

Leia os reviews de jogos e assista aos trailers antes de comprar um jogo. Certifique-se de que é realmente algo que o interessa. Vendedores sempre vão lhe dizer que você não precisa se preocupar quanto a isso, pois você pode sempre trocar seu jogo com um amigo ou mesmo vendê-lo, mas a verdade é que você não conseguirá muito dinheiro por um jogo usado, então se você não for precavido acabará se arrependendo mais tarde!

Antes de comprar um jogo, é sempre bom experimentá-lo. Como já dissemos, video games não são baratos. Então, experimentar um jogo antes de efetuar a compra pode ajudá-lo a tomar a decisão de forma muito mais inteligente. Para isso, há várias opções: você pode simplesmente assistir a uma partida do jogo em sites de compartilhamento de vídeo, como o YouTube, a alugar o jogo ou jogar na casa de um amigo que já o tenha, assim você saberá se o jogo realmente atende às suas expectativas (essa última opção é a melhor, já que você pode aproveitar para testá-lo gratuitamente várias vezes!).

E uma última alternativa é vender os jogos que você não joga mais para comprar outros ou mesmo troque-os por outros jogos que seus amigos talvez tenham. Sempre há lojas disponíveis para a compra de jogos usados – lojas que locam jogos, por exemplo, podem ter bastante interesse em seu jogo se ele estiver em bom estado de conservação. Mas a melhor opção pode ser realmente trocar seu jogo por outro que um de seus amigos tenha e que você esteja interessado.

Há muitos tipos de jogos disponíveis e saber decidir bem como proceder pode ser a diferença entre conseguir jogar todos os tipos de jogos que realmente lhe interessam ou acabar jogando somente meia dúzia de jogos que não lhe agradam. Pense nisso na próxima vez em que for comprar ou alugar um jogo e boa diversão!

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