Archive for andre

Sonic CD


Se eu te perguntar sobre um ouriço / porco-espinho azul, o que você me responde? Se a sua resposta é Sonic (e falou isso com lágrimas nos olhos – momento nostalgia), então acredito que você já conhece o Sonic CD, não é mesmo?


Lançado para os acessórios Mega CD e Sega CD (para Mega Drive e Genesis, respectivamente, concorrentes do Super Nintendo que, infelizmente, foram lançados com um timing inadequado), por ser projetado para armazenamento em CD-Roms contava com uma capacidade de armazenamento de dados muito maior, o que conferia a possibilidade de uso de melhores recursos sonoros e visuais, bem como o uso de vídeos em jogos (tudo isso mais ou menos na metade para o final da “era SNES”, então imagine só como a galera não se amarrava nisso!).


Pois bem, já chega desse momento nostalgia, não é? Falei disso tudo para fazer um review do relançamento do jogo, agora para as plataformas iPhone/iPad, XBox360 e PS3.


O relançamento do jogo contou com o trabalho de Christian Whitehead, responsável pelo desenvolvimento, em 2009, da Retro Engine, um tipo de emulador para iPhone. O sucesso do emulador foi tão estrondoso que até a Sega percebeu ali uma oportunidade – afinal de contas, aquele rapaz conseguiu produzir um sistema de emulação que respondia aos comandos muito melhor até mesmo do que seus novos relançamentos para aquelas mesmas plataformas!


Enfim, já entendeu, não é? Graças ao trabalho de Whitehead na Sega tivemos uma versão wide com bons comandos e gráficos melhor definidos (mas ainda “pixelizados”, já que o objetivo era manter um “ar retrô”). E se o jogo faz bonito nos novos dispositivos móveis, ele também não faz feio no XBox360 nem no PS3!


Além de contar com uma taxa de FPS alta (60 quadros por segundo) que garante uma animação muito mais fluida, o jogo conta com toda a trilha sonora de ambas as versões originais (a japonesa e a norte-americana), o que agrada ainda mais os fãs do jogo original.


E é bem provável que a Retro Engine (agora em uma versão ainda mais aperfeiçoada) de Whitehead sirva de base para o relançamento de muitos outros títulos da Sega – é só sentar, jogar (os já disponíveis) e aguardar.

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Tekken Hybrid


Tekken Hybrid, produção em versão HD contando com um dos jogos mais famosos da série Tekken, o Tekken Tag Tournament, na verdade é uma “coletânea especial para fãs”, pois além de trazer o clássico Tekken Tag Tournament com gráficos em maior definição, traz também um demo de Tekken Tag Tournament 2 e o filme Tekken Blood Vengeance em blu-ray – um filme que, se você não assistiu, então você não é realmente tão fã da série. 🙂


Enfim, se você possui um PS3 e não tem Tekken Tag Tournament, então adquirir Tekkey Hybrid é uma excelente opção, pois traz o jogo exatamente como ele é, sem alterar a sua jogabilidade, porém melhorando bastante os gráficos. Em contrapartida, a empresa manteve-se fiel à parte sonora do jogo e, se você é um daqueles jogadores hardcore que possuem um baita home theater em casa, provavelmente vai perceber que o jogo não aproveita o seu sistema ao máximo. 🙁


Bem, mas eu mesmo, quando vou para um bom jogo de luta, não estou esperando ouvir perfeitamente uma sinfonia de Bethoveen, o que eu quero mesmo é poder executar sequências de golpes e combos alucinantes (like a boss!) e o jogo oferece isso, só que com a mesma jogabilidade e tempo de resposta esperada no TTT original, então se você está esperando uma resposta muito mais rápida como ocorre nos jogos de luta mais recentes de franquias como Street Fighter, talvez você se decepcione um pouco, mas se você era um expert em TTT, então você vai poder dar aquela surra exatamente igual em seus amigos (mas agora em HD 🙂 ).


Vale lembrar que Tekken Tag Tournament apresenta diversos personagens destraváveis no percorrer do jogo bem como o modo de jogo Tekken Bawl, um minigame onde os jogadores jogam boliche (?) e tudo isso está lá, em Tekken Hybrid.


Enfim, esta é uma “edição especial” para fãs. Se você não tinha Tekken Tag Tournament ou não está pensando em comprar Tekken Tag Tournament 2, adquiri-lo é uma boa opção!

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The Darkness 2

Sim, eu sei que você gosta de jogos FPS. E provavelmente também curte histórias em quadrinhos, não? Então o que você acha de “casarmos” FPS e HQs, jogarmos uma “pitada demoníaca” e ver o que dá? Droga, chegamos atrasados, pois já fizeram isso: e se chama The Darkness 2!


The Darkness 2 é a continuação para um dos primeiros jogos FPS lançados para PS3. Nele, você comanda o personagem Jacke Estacado, que foge um pouco o “padrão de herói” dos jogos mais antigos, seguindo a “linha de GTA“. Jackie é um mafioso que está enfrentando alguns problemas, como o declínio de sua organização e ainda problemas com seus irmãos (problemas esses que podem se tornar bem grandes!). E como se isso tudo não bastasse, ele ainda precisa lidar com seus demônios interiores – e quando falamos aqui de demônios, não estamos falando de forma figurada – só para ter noção, uma das armas que você terá no jogo são dois tentáculos demoníacos, que você pode usar para atacar inimigos, quebrar portas e segurar ou lançar objetos!


Gostou da ideia, não foi? Sei, já estou até vendo seu sorrisinho aí, pensando em como poderá atacar seus amigos no modo multiplayer, mas aí há um pequeno porém: há missões e campanhas, sim, multiplayer, onde você e seus amigos terão que cooperar a fim de eliminar um alvo ou proteger uma pessoa, mas não há um modo deathmatch. Mas não fique triste não, que mesmo assim a diversão está garantida.


A inteligência artificial dos inimigos está muito melhor em relação aos apresentados na primeira versão e agora irão, inclusive, atacar seus pontos fracos – bem, como todo ser semi-demoníaco, você possui a exposição à luz solar ou outras luzes fortes como um de seus pontos fracos, preferindo refugiar-se nas sombras.


Quanto à narrativa, pode-se dizer que por trabalhar com um enredo bem atraente e diferente dos FPS mais convencionais, este jogo acaba por fugir um pouco do simples ciclo “mata-mata”, pois aqui você vai querer acompanhar as cenas e diálogos a fim de saber mais sobre o que está acontecendo – principalmente se você é fã das HQs.


No mais, este é realmente um grande jogo que merece ser jogado, com certeza! Ah, e para ajudá-lo a ter uma melhor noção do que estamos dizendo, aqui vai um vídeo:

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The Simpsons Arcade para smartphones

Certos jogos merecem remake, isso é fato. Na verdade, eu diria que certos consoles merecem um remake – quem não gostaria de uma nova versão do Super Nintendo com os 50 melhores jogos para jogar em sua TV quando quiser? Temos emuladores, mas com certeza está longe de ser a mesma coisa!


Bem, como ia dizendo… Ah, lembrei, certos jogos merecem remake e um jogo que recebeu um remake bem merecido em 2012 foi o jogo The Simpsons Arcade, um jogo inicialmente lançado para os fliperamas dos anos 90 e que, agora, pode ser jogado também em smartphones rodando o sistema operacional iOS.


Como a maioria dos remakes, ele traz tanto os acertos quanto os erros do jogo original. Então se você está esperando super gráficos 3D com rotação de câmera e tudo mais, pode esquecer, O jogo apresenta a mesma visão 2D com scrolling que vimos no jogo original e traz o clássimo estilo beat’em up, isto é, bata em tudo o que você puder!


Para a tristeza de muitos, o único personagem jogável é o Homer, mas não se preocupe que, em certos momentos do jogo, sua família virá dar-lhe uma mãozinha. E quanto ao sistema de combate… Bem, você jogou Final Fight ou outro dos famosos jogos de “briga de rua” dos anos 90? Se sim, então você já possui um curso preparatório completo para enfrentar esse jogo!


Se você é fã da série ou do gênero e possui um smartphone, então esse jogo é com certeza uma ótima escolha e lhe permitirá arranjar algumas confusões em Springfield. O jogo também se encontra disponível na Playstation Network e XBox Live Arcade. Ah, e abaixo, segue um vídeo de The Simpsons Arcade para sua diversão:

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The War of the Worlds


E aqui vamos a mais um review, desta vez de um jogo que mistura elementos de plataforma, exploração e furtividade, chamado The War of the Worlds (é, “A Guerra dos Mundos”, para você que está com o inglês um pouco enferrujado 🙂 ), um jogo baseado na obra de mesmo nome de H.G. Wells.


Até então, eu só conhecia o filme de mesmo nome que saiu algum tempo atrás, com Tom Cruise, mas já vi o pessoal criticando o filme e dizendo que seria muito melhor se fosse realmente ambientado na obra original, o que me deixou curioso e com vontade de lê-la (será que tem PDF por aí? ), mas enfim, acontece que o jogo é baseado nela, trazendo então a Londres do final do século XIX como palco, onde o protagonista acaba de chegar e se depara com uma cidade devastada por “invasores espaciais hostis” (é, isso mesmo, “ETs malvados”, Stitch sem a Lilo \o/ ).


O jogo possui gráficos 2D bem legais com um estilo “um pouco sombrio”, abusando de animações “blurred”. Alguns críticos afirmam que isso é herança de Limbo, já eu conheci um jogo diferente que também apresenta tal estilo, mas não conseguirei lembrar o nome agora, mas enfim, apresenta um estilo gráfico bem legal e uma movimentação que lembrará muitos saudosistas jogos como Flashback e os primeiros Prince of Persia.


Ah, e qual é o seu objetivo no jogo? Bem, incorporando o protagonista que acabou de chegar e não sabe direito o que está acontecendo, você está procurando desesperadamente por sua família – o problema é que metade da cidade (ou toda ela) está destruída, então o caminho não será nada fácil, forçando-o a enfrentar muitos obstáculos, como áreas em chamas, muitos escombros a serem escalados e sem contar com a ameaça robótica alienígena, pois o que não falta nesse jogo é robô tentando matar você!


E se você acha que você terá alguma arma ou granada para ajudá-lo, está muito enganado… Nesse jogo, o seu objetivo é conseguir sobreviver até alcançar a sua família – ou descobrir o que aconteceu com ela. Então, ao melhor estilo Flashback, você precisará esquivar-se dos inimigos e saltar ou subir plataformas.


Bem, se você é fã do gênero, com certeza vai gostar do jogo, mas se você não é, acredito que The War of the Worlds merece ao menos uma partidinha, afinal de contas não é todo dia que temos uma conversão de um clássico desses para o mundo dos jogos.

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UFC Undisputed 3


E aqui está o review sobre a terceira versão do jogo baseado em um evento esportivo que se tornou bastante popular no Brasil nos últimos anos: o UFC Undisputed 3. E independente de você ser amante de MMA ou não, é bem provável que você queira jogar algumas partidas só para não perder a oportunidade de participar de uma boa luta – sem se machucar, é claro!


Para quem já curte o jogo desde a primeira edição, é bem provável que UFC Undisputed 3 não ofereça tanta empolgação a princípio quanto a sua primeira versão, pois no primeiro o jogo realmente surpreendeu com uma qualidade gráfica muito boa, algo que deixou os fãs dos octógonos realmente empolgados com o UFC Undisputed. Entretanto, a terceira versão não trouxe tanta coisa nova, limitando-se a alguns novos modos de jogo, resolvendo o problema da limitação de partidas online serem somente 1 x 1, como muitos dos jogadores criticavam.


Entretanto, a THQ promete que o próximo UFC Undisputed não “somente resolverá alguns detalhes”, mas realmente agradará aos fãs do esporte, da mesma forma que os jogos FIFA e NBA 2K.


Mais pancadaria!


E se o que você quer é realmente uma boa briga “sem regras”, vai se impressionar ao saber que em UFC Undisputed 3 há um modo chamado PRIDE que permite ao jogador escolher atletas de outras épocas e utilizar-se de golpes que, hoje, são proibidos no MMA! Nesse modo, também a arena se torna bem maior e outras coisas ficam diferentes, bem ao estilo do “antigo” MMA.


E se isso não lhe bastar, você pode entrar no modo online, formar grupo com outros jogadores, irem para o ginásio e desafiarem outros grupos! E se você for procurar, já vai encontrar vários vídeos de lutas bem legais no YouTube.


Quer seguir uma carreira no UFC?


Em UFC Undisputed 3, você poderá criar um personagem totalmente personalizado e construir sua própria carreira no UFC. Mas não pense que será tão “moleza” assim chegar ao topo, pois você precisará treinar bastante para aprender novos golpes bem como malhar muito para evoluir seus atributos. Achou que ia ser fácil, foi? E você vai precisar, claro, de patrocínios – sem dinheiro, não dá para fazer muita coisa nessa vida, não é mesmo?


UFC ao vivo e a qualquer hora!


É, realmente não dá para enfatizar o suficiente quão reais encontram-se os gráficos – dá vontade até de largar o joystick e pegar um refri e pipoca para assistir a luta! Então, se você é realmente fã de UFC e tem um PS3 ou XBox 360, ainda não sei porque você não tem esse jogo!

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Street x Tekken


Se você alguma vez já se perguntou como seria o cruzamento de um dos jogos de luta 2D mais famosos (Street Fighter) com um dos jogos de luta 3D igualmente popular (Tekken), já deve saber que a Capcom tentou responder sua pergunta por meio do lançamento de Street x Tekken, jogo de luta 3D que busca reunir o melhor de cada uma dessas séries. Será?


Quanto aos gráficos, o jogo lembra muito o estilo de Street Fighter 4, com gráficos poligonais bem estilizados e efeitos de aquarela durante as lutas. Quanto à jogabilidade, torna-se um misto de SF4 e Marvel vs. Capcom 3.


Quanto à seleção de personagens, é bem provável que não sinta falta de nenhum dos personagens participantes das últimas versões das duas franquias, além do retorno de alguns personagens de versões mais antigas. Mas nesse ponto, há um porém: apesar de todos os personagens já estarem lá, no disco do jogo, 12 desses jogadores precisam ser “destravados” comprando-os”, como se fosse um DLC. O que chateia fãs da série Tekken que, como eu, preferiam quando os personagens eram desbloqueados por meio do próprio gameplay.


É possível o uso de duplas no jogo, de forma similar a Tekken Tag, o que pode tornar o jogo bastante interessante, pois um lutador pode “quebrar tudo” enquanto que o outro descansa, recuperando parte de sua energia perdida. Entretanto, o uso de um sistema de gemas no jogo (pedras que podem melhorar certos atributos do personagem ou tornar mais fáceis certos movimentos) pode trazer ao jogo uma ação muito mais frenética. Por sorte, o efeito dessas gemas não são tão “wow” quanto em Super Gem Fighter, mas é bem certo que o uso das mesmas pode influenciar bastante nas partidas tanto contra o computador, online ou multiplayer local.


Revistas especializadas apontam que talvez as mudanças ocorridas no gameplay possam comprometer a possível adoção de Street x Tekken como esporte eletrônico em torneios de jogos, como tem ocorrido com Street Fighter 4, mas aí já foge do meu escopo e experiência, já que não participo de campeonatos de jogos de luta. 🙂

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Ultimate Marvel Vs. Capcom 3


Quem curte os jogos Marvel vs. Capcom já deve ter conferido o novo título da série, mas se não o fez, aqui estão algumas informações para que conheça melhor o jogo antes de comprar.


Antes de mais nada, é importante dizer que Ultimate Marvel vs. Capcom 3 talvez não lhe ofereça grandes mudanças em relação aos jogos anteriores. Sim, há 12 novos personagens. Sim, há novos cenários. Sim, as lutas multiplayer encontram-se melhor balanceadas. Mas temo dizer que acaba por aqui as grandes novidades do jogo. Infelizmente, a Capcom insiste em lançar mais e mais versões de títulos somente acrescentando algumas coisas, sem alterações realmente substanciais – bem, fazer o que, se eles vendem e ganham bem fazendo isso?


Alguns dos novos personagens são Strider Hiryu, Gavião Arqueiro, Firebrand, Motoqueiro Fantasma, Frank West, Nemesis e Punho de Ferro. E dentre os novos cenários, um que deve chamar bastante a atenção dos jogadores é o cenário de Nemesis, bem “à la Resident Evil”.


Dentre as alterações mais substanciais do jogo encontra-se a possibilidade de assistir lutas de seus oponentes em um modo espectador, o que pode ajudá-lo a preparar-se melhor para as lutas.


Entretanto, “tirando isso”, o jogo ainda se parece muito com os outros jogos da série e, apesar de ser divertido jogar com os novos personagens, é bem provável que você se canse do jogo após algumas horas (principalmente se você possui alguma das últimas versões do jogo). Outro problema também é o preço, que no Brasil pode acabar saindo por salgados R$ 200,00! É amiguinho, lembro com saudades a época em que lançamento custava R$ 40,00!

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The House of the Dead: Overkill – Extended Cut


Vamos apresentar agora um rápido review de outro jogo lançado já há algum tempo, porém que merece o devido destaque aqui em nosso blog, trata-se de The House of the Dead: Overkill – Extended Cut, uma versão do jogo lançado no Wii para PlayStation 3 com gráficos em alta definição (infelizmente, a “alta definição” não está tão alta assim e os gráficos são meio “quadradões”, parecendo que não houve um novo trabalho gráfico em cima da versão para Wii, somente uma melhor iluminação e pronto).


Quem gosta da franquia The House of the Dead sabe o que seus jogos possuem de mais interessante: shooters com uma mecânica bastante dinâmica, enredo envolvente e diversas possibilidades de percurso na aventura dos protagonistas. Esses elementos também estão presentes na versão Overkill, mas algumas coisas estão um pouco diferentes.


Falemos primeiro das coisas positivas: a duração do jogo. São seis horas de gameplay! Sim, os jogos da série são famosos por serem shooters bastante longos, mas agora sim há muito tempo de jogo. Além disso, a preocupação da Sega em criar uma atmosfera específica para o jogo é bastante legal: você vai se sentir como se estivesse dentro de um filme de terror dos anos 70. Palmas também para o enredo (que também lembra muito filmes dos anos 70!), onde dois policiais investigam uma estranha mansão onde experiências científicas estão criando zumbis e outros seres nefastos.


Por se tratar de um título focado no público adulto, pode esperar por bastante violência explícita e algumas cenas de nudez – e aqui começa a ficar um pouco diferente dos dois primeiros títulos da série, ou estou errado?


Outro ponto positivo é a presença de minigames destraváveis depois que você completa a primeira campanha, garantindo assim muitas outras horas de gameplay. Bem, agora vamos falar do que não gostamos…


Fator surpresa reduzido. Sim, na versão Overkill você não terá tantos “ataques-surpresa” dos monstros, mas isso não significa que você não precisará apertar muito o gatilho. Há inúmeros “itens para colecionar” pelos cenários, mas eles não trazem benefícios diretos ao jogo – são só para colecionar, realmente. E além dos gráficos não tão adequados ao PS3, como já mencionamos no início deste artigo, o jogo não possui opção de multiplayer online, o que pode desanimar os usuários da PSN.


Enfim, juntando prós e contras, se você gosta da franquia e não vê a hora de matar mais alguns zumbis, então não perca mais tempo e compre o jogo agora mesmo.

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Twisted Metal


Estou voltando agora com os reviews de jogos e começarei falando sobre a nova versão do Twisted Metal para PlayStation 3. Bem, se você já jogou as versões de PS1 e PS2 já deve saber mais ou menos o que o aguarda, mas se você não conhece, não tem problema, estamos aqui justamente para explicar-lhe como funciona o jogo.


Sabe aquelas competições estilo Destruction Derby com carros se confrontando? Pois bem, essa é a lógica de Twisted Metal, só que aqui vale tudo e os carros podem usar mísseis, metralhadores, explosivos com detonadores e vários outros tipos de armas, além de armas específicas para cada veículo. Sim, em Twisted Metal há uma pequena variedade de carros e personagens que você poderá escolher, incluindo aí o palhaço assassino Sweet Tooth.


Quanto ao enredo, para quem não conhece, mais uma vez Calypso promove um torneio de demolição de carros e promete ao vendedor a realização de um desejo, seja ele qual for – o que não significa uma coisa muito boa pois, mesmo conseguindo esse desejo, geralmente o vencedor se dá mal no fim, basta jogar e conferir você mesmo.


Desde Twisted Metal 2 de PS1 já víamos bastante destruição, podendo detonar alguns carros de transeuntes inocentes a demolir a Torre Eiffel (um clássico!), mas agora, com o motor Havok, o jogo permite muito mais realismo nas demolições e explosões, entretanto a física dos carros em alguns pontos está um pouco estranha, por exemplo durante colisões, mas nada que tire totalmente a graça do jogo.


E se você gostou dos jogos anteriores, então eu acho que você vai gostar deste também. Acredito que o maior diferencial desse jogo não seja o realismo físico ou intensa dinâmica como é provida em outros jogos mais recentes, mas o retorno de um clássico que com certeza é inesquecível! E então, vai uma partidinha de Twisted Metal aí?

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